AI-First Product Studio

8 a cada 10
projetos de IA falham.

Fonte: rand.org

IA aplicada no
problema errado.

A causa mais apontada.

Rodar software errado é tão caro quanto rodar software no lugar errado.

3 meses dentro da sua operação

Descobrir o gargalo, decidir o escopo, entregar resultado medido e evoluir com quem usa.

Em 2 semanas

3 meses

Sprint

  • Descobrir
  • Decidir
  • Prototipar

Software rodando onde a sua operação mais precisa

Refino contínuo
a partir do uso real

Case

MOAI

Escopo inicial

Formulário de diagnóstico

Como um grupo de empresários, é importante deixar evidente a evolução que cada líder tem ao fazer parte da MOAI.

A virada do escopo

O coração da operação era feito à mão

Ao mergulhar na operação da MOAI, um gargalo maior ficou evidente: o registro dos encontros de empresários era feito a mão pelo time.

A solução certa para o problema certo

Estrutura de registro das reuniões

Para além de tirar das mãos do time a coleta dos dados: garantir que a transcrição separe corretamente as falas por membro.

“Uma dor que eu não via como latente, em uma semana já temos um software rodando para resolvê-la”

Vinícius Postai MOAI, CEO

AI-first experts em produtos digitais

Time sênior que instala software sob-medida
onde a sua operação mais precisa.

Rafael Mezzomo

Tecnologia

Rafael Mezzomo

Cientista da Computação com 15 anos de experiência criando produtos digitais como engenheiro e como empreendedor. Passou pelo Vale do Silício em healthtech, co-fundou uma rede de clínicas inteligentes (Amparo) e uma plataforma de energia renovável (Lemon Energia). Sempre na interseção entre tecnologia e experiência do usuário.

Flavio Ludgero

Produto

Flavio Ludgero

Mais de 20 anos em gestão, design de serviços e inovação tecnológica, em startups e grandes empresas. Fundador do Officeless, ecossistema de serviços para trabalho remoto corporativo que apoiou a operação de Heineken, XP e iFood; e do Startaê, estúdio de design e tecnologia para startups do Vale do Silício, que contribuiu com o design de produtos de Evino, Loft e 99Jobs.

Luiz Miguel

Design

Luiz Miguel

Designer e fundador com mais de 10 anos construindo produtos digitais de ponta a ponta. Premiado em hackathons internacionais com foco em tecnologias abertas, privacidade e descentralização. Trabalhou com a LEGO, tirando produtos do papel e orquestrando grandes jornadas de serviço, e facilitou programas de inovação para mais de 1.000 pessoas em Itaú, Elo, Heineken e Braskem.

Perguntas frequentes

O que vocês conseguem automatizar aqui?

A gente começa pelo que mais trava a operação hoje. Em vez de IA genérica, desenha uma primeira versão pra um fluxo específico: atendimento, qualificação, proposta, registro em CRM, organização de dados. Isso entra rodando, e evolui a partir do uso real.

Funciona com as ferramentas que já usamos?

Sim. A proposta não é abandonar o que já funciona. A gente constrói em cima do stack atual e integra onde fizer sentido: CRM, WhatsApp, agenda, Drive, APIs, ferramentas internas. A solução entra na operação de vocês, não o contrário.

Quanto tempo até vermos algo rodando?

Duas semanas, da imersão à primeira versão rodando. Não protótipo, rodando. Daí ela sobe pra produção e entra num ciclo semanal de ajuste e evolução. Não é projeto que passa meses em planejamento.

Como é o processo na prática?

A sprint começa com quem vive o processo: entende a jornada atual, entrevista quem opera, trava o escopo e constrói junto. Depois da entrega, a gente continua perto, com reunião semanal pra priorizar o que gera mais valor.

Qual é o retorno disso?

A conversa começa pelo gargalo, não pela tecnologia. O que se mede é o que importa pra operação: tempo de resposta, volume resolvido sem intervenção humana, conversão, retrabalho, retenção. A tecnologia é o meio. O resultado é operacional e financeiro.

Por que não contratar uma agência ou ferramenta mais barata?

Porque o trabalho não é entregar uma ferramenta isolada. É entrar no processo, achar o problema real com o time, desenhar produto, tecnologia e experiência juntos, e ficar acompanhando depois que sobe. Uma ferramenta sozinha resolve uma tarefa. Raramente resolve o fluxo inteiro.

Quanto custa e como funciona o pagamento?

O formato padrão é um programa de três meses: duas semanas de construção mais três meses de acompanhamento. O valor depende do que a gente encontra na conversa inicial, e sai por escrito antes de qualquer coisa começar.

De quem é o software? E quem sustenta depois?

O software fica com a gente pra rodar rápido, e a passagem pro ambiente de vocês acontece quando quiserem. Se fizer sentido, a gente mantém no início até o time ganhar maturidade pra assumir. Sem mensalidade de plataforma, sem lock-in.

Como vocês tratam segurança e dados sensíveis?

Segurança entra no desenho desde o início. A arquitetura considera onde os dados ficam, quem acessa, como separar informação crítica, e quais controles a operação exige. Quando for o caso, a gente traz orientação especializada de segurança pro projeto.

A Stalo não entra para instalar IA por instalar.

Pegamos um gargalo relevante, construímos uma primeira versão que funciona na sua operação, mede impacto e evolui junto com o time.